segunda-feira, 13 de março de 2017

A Influência do Folclore Árabe na Formação do Estilo Tribal

Ao abordar este tema precisamos mergulhar na história da dança do Ventre e sua evolução tanto no Egito quanto nos Estados Unidos. É preciso viajar no tempo. É preciso retornar à década de 70 e tentar, através dos escritos e de imagens, compreender o processo criativo de Jamila Salimpour e Macha Archer, duas grandes referências do período que vamos considerar “Pré Tribal”. É preciso considerar a mentalidade das dançarinas da época e a cultura vigente na Califórnia da década de 70.
Samya Gamal - Golden Age Era
Perceber a diferença entre a Dança do Ventre popular/folclórica, advinda do deserto e a Dança do Ventre que evoluiu para o glamour urbano da tela do cinema e do show business é fundamental para entender a diferença entre os estilos da Dança do Ventre do século XXI.
A evolução da dança do ventre no Egito, desde o final do século XIX até hoje em dia, traz a transição da dança popular egípcia (tipicamente ghawazee e beduína) em uma dança cênica, fusionada e glamorosa. Uma dança totalmente voltada para entreter a sociedade urbana, consumidora de cinema, frequentadora da vida noturna, com gostos cada vez mais refinados e europeizados. Encontramos nos filmes antigos algumas referências à cultura rural no Egito, incluindo suas danças e músicas, mas geralmente estas já eram apresentadas de forma estilizada tanto em concepção musical, como em coreografia. Esta dança, que evoluiu para o estilo egípcio moderno, que possui grande mercado de show business e se espalhou mundo a fora no final do século XX, é a inspiradora do estilo cabaré americano, estre outros.
Ouled Nail
A Dança do Ventre base, de raiz é aquela ligada às danças populares e folclóricas de países do Norte
da África e oriente Médio e são conectadas aos hábitos dos povos do deserto e têm origem milenar. Falamos dos povos nômades, de beduínos, berberes e ciganos. As ciganas ghawazee egípcias, mesmo tendo já há muitos séculos se estabelecido em cidades, têm no DNA da sua arte a estética desenvolvida ao longo das migrações pelo deserto e intercâmbio com estes outros povos. As movimentações femininas de povos da região do Magreb, como a dança das Ouled Nail , danças populares tunisianas e apresentações nos mercados populares são inspirações estéticas para o que vamos chamar de “dança do deserto”. Uma dança não “refinada” no sentido urbano da palavra, que usa elementos de seus povos, de suas vilas, de suas tradições mais antigas. 
Jamila Salimpour
Jamila Salimpour era dançarina de dança do ventre do estilo chamado “Cabaré americano”. Vamos tentar entender o que é isso em poucas palavras.... As primeiras apresentações de dança do ventre, nos Estados Unidos, aconteceram no início do século XX. Em um ambiente estrangeiro, dificilmente a arte se mantém pura, especialmente se a ela for agregada o talento natural que os americanos têm para show business e comércio. A dança do ventre coube naturalmente nos espetáculos de cabaré e não demorou para que as americanas aprendessem a dançar e o show encontrasse um formato adequado para o gosto público local. Temos que o estilo “Cabaré Americano” evoluiu ao longo do século XX em um ambiente multiétnico (devido a inúmeras imigrações de povos do oriente), com mentalidade artística inovadora e voltada para o comércio com o público americano.
Nas décadas de 60 e 70, somamos a este cenário o ideal hippie, a mentalidade da era de aquário, através da qual uma parcela da população americana busca uma espiritualidade conectada à liberdade do corpo e de movimento. A transcendência através da meditação, da música e das artes. A revolução sexual feminina. Isto tudo se encaixa perfeitamente ao que a dança do ventre pode oferecer à mulher californiana.
Mediante este contexto, retornamos à Jamila. Entre as décadas de 50 e 60 manteve contato com diversas dançarinas egípcias, turcas e armênias. Com elas aprendeu muito de seu vocabulário de movimentos. Ao se casar com Ardeshir Salimpour, pai de Suhaila, foi proibida por ele de se apresentar publicamente e foi quando começou a dar aulas. Sendo uma das primeiras professoras de dança do ventre nos Estados Unidos, Jamila compilou todo o seu conhecimento dos movimentos de diversas culturas e criou um mecanismo onde as americanas pudessem acessar a técnica da dança de forma racional, para que pudessem compreender e transformar em movimentos. Adaptou movimentos, estabeleceu padrões para os toques de snujs e criou terminologias, deu nome para os passos, muitos deles conhecidos por nós ainda hoje em dia como “oito maia” ou “hip drop”. Ela organizou os movimentos de acordo com as etnias de origem e é neste ponto em que finalmente chegamos ao objeto de observação deste artigo. 
Segundo Shareen El Safy, no artigo “Shaping a Legacy: A New Generation in the Old Tradition” As famílias de classificação de movimentos cridas por Jamila os dividia em “Tunisian, ” “Algerian, ” Moroccan,” “Egyptian, ” e “Arabic. ”  Significa que a movimentação de quadril ensinada por Jamila possuía características étnicas baseadas em danças populares regionais, não só nas apresentações de espetáculo ou nas dançarinas do cinema da chamada “Golden Age of Egyptian BellyDance".
Jamila Salimpour

Egípcias Ghawazee
Dançarina Bal Anat
Berbere Marroquina


Esta influência se torna cada vez mais evidente à medida em que ela estrutura as apresentações do grupo “Bal Anat” na “The Renaissance Pleasure Faire. ” Criado em 1968, o grupo Bal Anat combinava apresentações inspiradas no folclore tunisiano e magrebino com performances típicas de cabaré americano, com uso de acessórios como véu e espadas. A própria Jamila se encaixava nos shows sempre com lindos trajes folclóricos e maquiagens típicas das Ghawazee ou Ouled Nail. As bijuterias, os turbantes, os vestidos, toda uma estética de figurino e movimentação baseadas em etnias
Bal Anat
do norte da África, na região do Saara. A própria concepção cênica lembra as apresentações nos mercados populares de Marrakesh: Músicos em trajes folclóricos tocando ao vivo, dançarinas no palco formando um cenário vivo, o uso de acessórios folclóricos como cestas, jarros e mesmo serpentes. Estes elementos traziam às apresentações do grupo um aspecto exótico, muito valorizado na época. Com certeza, um grande diferencial no mercado de dança do ventre da época.
No grupo Bal Anat, analisando com cuidado, é possível perceber as duas influências, sendo, porém, tudo considerado “Belly dance”. Para nós é importante compreender que nenhuma delas, Jamila Salimpour, Macha Archer ou Carolena Nericcio, precursoras, ou mesmo criadoras, do que veio a se chamar Estilo Tribal, nenhuma delas deixou de considerar o próprio trabalho como Dança do Ventre. Dança do ventre, para todos os efeitos, é de onde veio, e o que define a linha estética do que é e do que sempre será, se não perder a sua essência.*
Vídeo Bal Anat – Influências Tribais X Cabaré Americano

Ainda sobre o Bal Anat e o trabalho de Jamila, vamos encontrar ali diversos elementos como vocabulário de movimentos, toques de snujs e padrões ainda utilizados como a base do Tribal. A maioria baseados em danças Ghawazee e Ouled Nail. Vale considerar que Ciganos, Beduínos e Berberes são povos divididos em diversas etnias, tribos e clãs, e que têm costumes e idiomas próprios. Embora, hoje em dia, sejam de maioria muçulmana, as tribos mantêm suas tradições da melhor maneira possível, apesar das inúmeras dificuldades de sobrevivência apresentadas nos dias de hoje. São considerados verdadeiramente tribais assim como seus costumes, suas músicas e danças.

Vídeo Danseuse des Ouled Nail (Algérie 1901)

Vídeo Banat Mazin Ghawazee

Segundo consta em diversos textos sobre a história do Tribal, Masha Archer foi aluna de Jamila Salimpour e criou o seu próprio grupo, que dirigiu por 15 anos: A San Francisco Classic Dance Troupe. Em sua trupe, Macha pôs em prática muito da estética Bal Anat para figurino e dança, trazendo, porém, alguns diferenciais. A percepção é a de que Macha derruba de vez algumas fronteiras culturais dentro da dança oriental e busca novos elementos em que se inspirar como o Flamenco, agregando flores e xales, bem como uma postura bastante altiva para a dança. É dito pela própria Carolena que no trabalho da San Francisco Classic Dance Troupe já existiam conceitos como o de formação, de coro e “feature” e que esta linha de trabalho foi levada por ela como base para as criações do grupo Fat Chance BellyDance® e que foi largamente ampliada e aprimorada ao longo do tempo de experimentações e que resultou na linguagem estética que hoje chamamos de American Tribal Style®.
Vídeo Macha Archer e San Francisco Classic Dance Troupe

O Estilo Tribal de Dança do Ventre, por tanto, captura a estética de vestimenta e movimentação das danças do deserto e produz um estilo novo e adaptado ao gosto ocidental com referências étnicas diversas que se combinam de maneira inusitada com apelo exótico e artístico. Com raízes tanto em danças tribais ancestrais como no pensamento libertário da das décadas de 60 e 70, o Tribal traduz um desejo de retorno à uma comunidade imaginária, feminina, livre, feliz e que encontra na dança sua maior celebração e união. Isto tudo muito bem elaborado, estruturado, organizado e divulgado por Carolena Nericcio e suas seguidoras que souberam bem comercializar e difundir pelo mundo este trabalho que se desdobrou no Tribal Fusion e o mar de possibilidades estéticas contemporâneas que surgiram a partir de então.
Carolena Nericcio e seu grupo em 1985


[1] Ouled Nail é uma tribo Berbere da região do Magreb, nas montanhas do Atlas na Argélia. Sua tradição ainda é matriarcal e têm na dança sua maior fonte de renda.

* Recentemente têm sido vinculada a informação de que Carolena Nericcio não mais considera o ATS® como um estilo de Dança do Ventre, mas um estilo de Dança. Isto porque as bases do ATS® juntam influências de outras danças matriz como o Flamenco e a Dança Indiana. Entendo que por ser o estilo muito recente em termos de história da Dança ele pode se manter em transformação de conceitos mesmo por sua fundadora, mas até bem pouco tempo, ainda se falava em ATS® como sendo Tribal Style Belly Dance - ou seja - Dança do Ventre

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Formação em Tribal LKTD 2017

Cursos de Formação em Dança Tribal no 1º semestre de 2017 
Aulas quinzenais aos fins de semana. 
Três cursos. Três oportunidades para você aprender a dançar Tribal:
  • Para quem não pode fazer aulas regulares. 
  • Para quem pode fazer aulas no fim de semana. 
  • Para quem nunca fez Tribal. 
  • Para quem já fez também. 
  • Para quem só quer experimentar. 
  • Para quem mora no Rio, para quem mora longe do Rio, para quem mora na Baixada. 

SE VOCÊ TEM VONTADE DE TRIBALIZAR, A HORA É AGORA! 



Para quem nunca fez ou quer reciclar a base
Aulas quinzenais aos domingos
Nível Básico 1

Formação em Dança Tribal 
ATS® e Tribal Fusion 
Loko Kamel Tribal Dance 
(concepção e supervisão Nadja El Balady)
Espaço Mosaico

 8 aulas de 4 horas de duração - 8 horas mensais
Nível Básico – 4 meses – Março a Junho de 2017

Turma quinzenal aos domingos - 12/03; 26/03; 02/04; 09/04; 07/05; 21/05; 04/06 e 18/06
Horário: Das 10hs às 14:30hs.
Professoras integrantes do Grupo Loko Kamel:
Nadja El Balady; Daria Lorena; Jessie Ra’idah; Camila Middea; Rachel Soares e Lilith Jay


1 – 12 /03 – Introdução à Dança Tribal (Nadja e Lilith)
  • Aula teórica sobre a história do Tribal (formação do estilo e evolução através dos anos), conceitos de Fusão e Fusão Tribal (Tribal Fusion). 
  • Técnica básica de ATS® (postura, braços, floreios, movimentos básicos rítmicos (Bumps – Pivot, Single, Doble; Walking Shimmie). 
  • Conceito e aplicação do método de Improvisação Coordenada.
2 – 26/03 – Aprendendo American Tribal Style® (Rachel e Daria)
  • Alongamento, Consciência corporal e isolamentos. 
  • Revisão de parte do conteúdo anterior e retirada de dúvidas.
  • Vocabulário de ATS® (Arm Ondulation, Body Wave, Taksim, Torso Twist, Arabic, Egyptian Basic, Egyptian Half Turn) e aplicação na Improvisação Coordenada. 
  • Tocando Snujs – Toque básico para ATS®
3 – 02/04 – Praticando ATS® / Introdução à Fusão (Nadja e Camila)
  • Alongamento, Consciência corporal e isolamentos. 
  • Revisão, prática e limpeza do conteúdo de ATS® e prática na Improvisação Coordenada. Novos movimentos de ATS® (Turkish Shimmie, Reverse Taksim, Camel Walk, Propeller)
  • Tribal Fusion e Fusion Belly Dance: Posicionamentos básicos, postura, molduras e transições de braços, isolamentos básicos de peito, batidas de quadril. Movimentos específicos do vocabulário de Fusão (Sidewinder, breaks, giros, ombros e ondulações de braços) e combinações entre estes movimentos para formar sequências.
4 – 09/04 – Como Elaborar uma Fusão Tribal (Rachel e Camila)
  • Alongamento, Consciência corporal e isolamentos. 
  • Revisão e prática do conteúdo de ATS®. 
  • Fusão Tribal - Desconstrução das combinações de movimento de ATS® para elaborar a Fusão Tribal; 
5 – 07/05 -  ATS® - Formando o Coro / Treinamento power by Zoe Jakes (Nadja e Daria)
  • Alongamento, Consciência corporal e isolamentos. 
  • ATS®: Revisão e prática do conteúdo dado. Formações, entradas e saídas de Coro.
  • Fusion - Treinamento power by Zoe Jakes: Exercícios para desenvolver coordenação, super Belly Rolls, agilidade e força dos movimentos de quadril. Estes exercícios foram aprendidos em workshop ministrado por Zoe em 2012, durante a formação em ATS® no studio do FatChance Bellydance, na Califórnia.
6 - 21/05 – Aprofundando ATS® / Fusão Tribal Cigana (Nadja e Jessie)
  • Alongamento, Consciência corporal e isolamentos. 
  • Revisão, prática e limpeza do conteúdo de ATS® e prática na Improvisação Coordenada. Movimentos Rítmicos (Reach and Seat, Egyptian Full Turn) e combinações com giros (Reverse Turn, Corkscrew).
  • Fusões étnicas: Teoria – Como montar uma Fusão Étnica. Fusão Tribal Cigana – Movimentos puros e desconstrução para montagem de movimentos fusionados. Estética, escolha de músicas, sugestões para figurinos e combinações e movimento.
7 – 04/06 – Praticando ATS® / Fusões Temáticas (Daria, Lilith e Camila)
  • Alongamento, Consciência corporal e isolamentos. 
  • Revisão, prática e limpeza do conteúdo de ATS®.
  • Treinamento técnico e correções das técnicas de Fusion.
  • Fusões Temáticas: Teoria – Como montar uma fusão temática. Sugestões de músicas, figurinos, temas para coreografias dentro dos temas Dark Fusion e Cabaré. Gestual. Aplicação da Fusão Tribal em sequencias coreográficas.
8 – 18/06 – Consolidando ATS® / Fusão Tribal Brasileira (Nadja e Rachel)
  • Alongamento, Consciência corporal e isolamentos. 
  • Revisão, prática, limpeza do conteúdo de ATS® e prática na Improvisação Coordenada.
  • Treinamento técnico e correções das técnicas de Fusion. 
  • Fusões étnicas: Fusão Brasileira. Movimentos puros e desconstrução para montagem de movimentos fusionados. Estética, escolha de músicas, sugestões para figurinos e combinações e movimento.
Sugestão: Show de encerramento do Curso – 18/06

Preço
8 aulas (curso completo): 4 x R$ 180,00 em cheque pré, crédito (cartão ou paypal) ou à vista com 10% desconto (R$ 648,00).
4 aulas (meio curso): 4 x R$ 100,00 em cheque pré, crédito (cartão ou paypal) ou à vista com 10% desconto (R$ 360,00).
2 aulas: 2 x de R$ 110,00 em cheque pré ou crédito.
Aula Avulsa: R$ 120,00 à vista.


Para quem nunca fez e quer experimentar
Moradores da Baixada Fluminense
Apenas um fim de semana - Sábado e domingo 
Introdução à Dança Tribal

Imersão em Dança Tribal Loko Kamel Tribal Dance 
(concepção e supervisão Nadja El Balady)
Mandala’s Estúdio – Nova Iguaçu

Dias 18 e 19 de março de 2017 das 14hs às 18hs
Preços: 2 dias – R$ 120,00 / 1 dia – R$ 70,00
Professoras integrantes do Grupo Loko Kamel:
Nadja El Balady; Daria Lorena; Camila Middea;

1 – 18 /03 – Introdução à Dança Tribal 

  • Aula teórica sobre a história do Tribal (formação do estilo e evolução através dos anos), conceitos de Fusão e Fusão Tribal (Tribal Fusion). 
  • Técnica básica de ATS® - postura, movimentos básicos rítmicos (Bumps – Pivot, Single, Doble; Walking Shimmie) e arrítmicos (Hand Floreos, Arm Ondulation, Body Wave, Taksim)
  • Conceito e aplicação do método de Improvisação Coordenada

2 – 19/03 – Como Elaborar uma Fusão Tribal 

  • Tribal Fusion e Fusion Belly Dance: Posicionamentos básicos, postura, molduras e transições de braços, isolamentos básicos de peito, batidas de quadril. 
  • Fusão Tribal - Desconstrução das combinações de movimento de ATS® para elaborar a Fusão Tribal; Movimentos específicos do vocabulário de Fusão (Sidewinder, breaks, giros, ombros e ondulações de braços) e combinações entre estes movimentos para formar sequências.


Para quem já fez os cursos LKTD em 2016 ou para quem já estudou em aulas regulares
Aulas quinzenais aos sábados

Curso de Formação em Tribal LKTD
(concepção e supervisão Nadja El Balady)
Básico 2 – Aprofundamento Técnico em ATS® e Tribal Fusion
Espaço Cultural Chandra e Surya

Datas: 04 e 18 de março / 01 e 08 de abril / 06 e 20 de maio
Horário: das 15hs às 18hs
Local: Espaço Cultural Chandra e Surya – Rua General Roca 826 CO 02 – Tijuca

04 de março – Revisão (Nadja e Jessie)
  • Revisão do conteúdo básico de ATS® e prática. (Bumps – Pivot, Single, Doble; Walking Shimmie, Arm Ondulation, Body Wave, Taksim, Torso Twist, Arabic, Egyptian Basic, Egyptian Half Turn, Turkish Shimmie, Reverse Taksim, Camel Walk, Propeller, Reach and Seat). 
  • Limpeza da execução dos Movimentos. Sequências técnicas para revisão e limpeza de movimentos de Fusion Bellydance.
18 de março - Novidades e treinamento (Camila e Rachel)
  •  ATS® – Movimentos lentos (Reverse Turn, Corkscrew, Barrel Turn, Sahara Turn)
  • Fusion Bellydance - Treinamento técnico de isolamentos e movimentos simultâneos.
01 de abril – Aplicando conhecimento (Nadja e Daria)
  •  ATS® – Movimentos rítmicos (Egyptian Full Turn, Arabic Hip Twist, Sunanda, Rechanka)
  • Fusão Tribal – Usando movimentos de ATS para criar dentro da Fusão: Sequências avançadas e método de criação.
08 de abril -  Ferramentas de Criação 1 (Rachel e Daria)
  • ATS® – Movimentos lentos (Wrap Around, Loco Camel, Pulse Turn) e rítmicos (Arabic Hip Twist Floreo and fade). Dancing in Flow® e prática de todo o vocabulário anterior.
  • Tribal Fusion - Cabaret Fusion e método de criação.
06 de maio – Ferramentas de Criação 2 (Jessie e Camila)
  • ATS® - Movimentos Rítmicos (ASWAT) e Dancing in Flow®.
  • Tribal Fusion - Dark Fusion e método de criação.
20 de maio – Dominando a prática (Nadja e Rachel)
  • ATS® - Dancing in flow®, prática, dúvidas e limpeza. 
  • Tribal Fusion – Fusão Afro

Preços e formas de pagamento
6 aulas – R$ 450,00 parcelado em 3 x de R$ 150,00 em cheque pré ou crédito. Depósito antecipado com 10% de desconto R$ 405,00 à vista.
3 aulas – R$ 240,00 parcelado em 3 x R$ 80,00 em cheque pré ou crédito.
1 aula – R$ 100,00 à vista